Estudo do adiantamento da gravadora: recoup, receitas e caixa
Valores já preenchidos; altere qualquer campo e tudo recalcula. Campos alterados ficam marcados.
| Entradas | Valor US$ | em R$ | Fee 11MM | Pagamento | Lançamento | Faixas | Pico/faixa US$ | Boom mensal | Investimento US$ | em R$ |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Assinatura | ||||||||||
| Álbum 1 | ||||||||||
| Álbum 2 | ||||||||||
| Álbum 3 |
Meta: . Os royalties que eles recebem no mês contam para a meta; o caixa completa o que faltar só até o fim da exploração. Depois disso, eles vivem dos royalties e o caixa não paga mais nada.
A retirada por artista é reajustada todo mês de janeiro, 5% ao ano por padrão. Cada campo é o reajuste daquele janeiro; abaixo, o valor por artista que passa a valer no ano. Aplicar a todos: %
| Retiradas extras | Valor por mês US$ | em R$ | Início | Fim | Total no período |
|---|---|---|---|---|---|
| Extra 1 | |||||
| Extra 2 | |||||
| Extra 3 |
Retiradas extras saem do caixa todo mês entre o início e o fim (inclusive), além da retirada mensal. Para uma retirada única, use o mesmo mês no início e no fim.
Boom é o mês de pico do lançamento, usado como o 1º mês do álbum. O pico padrão de US$ 1.224 por faixa é a mediana do mês de pico dos 12 lançamentos do duo, na base que eles recebem hoje; o modelo converte para 100% antes da divisão com a gravadora.
Mesmas premissas acima; muda só a curva dos álbuns, o decaimento do catálogo e, no último cenário, o efeito marketing.
Durante a exploração. Catálogo no 1º mês do acordo; álbum novo no mês de lançamento do Álbum 1.
Catálogo e lançamentos, por mês, em US$ mil.
100% da receita de cada álbum, em US$ mil.
Fim de cada mês, em US$ mil.
Fim de cada mês, em US$ mil. Royalties não passam pelo caixa.
Como o modelo funciona. Catálogo: receita a 100% = recebido hoje ÷ share atual; o artista fica com 80% e a gravadora com 20%. Lançamentos de linha de frente: 50% são receita da gravadora; da parte do artista, 35% vão direto para o Febre90s todo mês, 15% para as participações e 50% para o recoup. A exploração dura no mínimo 7 anos da assinatura; se o recoup não fechar até lá, ela segue até o saldo zerar. Durante a exploração, os 80% do catálogo e os 50% de recoup dos lançamentos vão para a gravadora: primeiro abatem o saldo e, se o saldo zerar antes do fim do prazo, o excedente fica com a gravadora. Depois da exploração, essa parte volta para o Febre90s. Royalties do Febre90s são pagos direto aos artistas e não passam pelo caixa. O caixa recebe os adiantamentos e o rendimento (não há juros quando o caixa fica negativo), e paga o fee da 11MM, os investimentos nos álbuns e as retiradas. Cada álbum começa no boom (faixas × pico por faixa) e segue a curva escolhida.