Febre90s

Estudo do adiantamento da gravadora: recoup, receitas e caixa

Premissas

Valores já preenchidos; altere qualquer campo e tudo recalcula. Campos alterados ficam marcados.

EntradasValor US$em R$Fee 11MMPagamentoLançamentoFaixasPico/faixa US$Boom mensalInvestimento US$em R$
Assinatura
Álbum 1
Álbum 2
Álbum 3

Retirada mensal dos artistas

 

 

Meta: . Os royalties que eles recebem no mês contam para a meta; o caixa completa o que faltar só até o fim da exploração. Depois disso, eles vivem dos royalties e o caixa não paga mais nada.

Correção pela inflação (% ao ano)

A retirada por artista é reajustada todo mês de janeiro, 5% ao ano por padrão. Cada campo é o reajuste daquele janeiro; abaixo, o valor por artista que passa a valer no ano. Aplicar a todos: %

Retiradas extrasValor por mês US$em R$InícioFimTotal no período
Extra 1
Extra 2
Extra 3

Retiradas extras saem do caixa todo mês entre o início e o fim (inclusive), além da retirada mensal. Para uma retirada única, use o mesmo mês no início e no fim.

Boom é o mês de pico do lançamento, usado como o 1º mês do álbum. O pico padrão de US$ 1.224 por faixa é a mediana do mês de pico dos 12 lançamentos do duo, na base que eles recebem hoje; o modelo converte para 100% antes da divisão com a gravadora.

Lançamentos

Catálogo

Financeiro

Os três cenários lado a lado

Mesmas premissas acima; muda só a curva dos álbuns, o decaimento do catálogo e, no último cenário, o efeito marketing.

Catálogo: hoje e no novo acordo

Para onde vai cada receita

Durante a exploração. Catálogo no 1º mês do acordo; álbum novo no mês de lançamento do Álbum 1.

Para onde vai a parte do artista

Catálogo e lançamentos, por mês, em US$ mil.

Receita bruta dos álbuns novos

100% da receita de cada álbum, em US$ mil.

Saldo a recuperar

Fim de cada mês, em US$ mil.

Caixa e royalties dos artistas

Fim de cada mês, em US$ mil. Royalties não passam pelo caixa.

Estudo cashflow

Como o modelo funciona. Catálogo: receita a 100% = recebido hoje ÷ share atual; o artista fica com 80% e a gravadora com 20%. Lançamentos de linha de frente: 50% são receita da gravadora; da parte do artista, 35% vão direto para o Febre90s todo mês, 15% para as participações e 50% para o recoup. A exploração dura no mínimo 7 anos da assinatura; se o recoup não fechar até lá, ela segue até o saldo zerar. Durante a exploração, os 80% do catálogo e os 50% de recoup dos lançamentos vão para a gravadora: primeiro abatem o saldo e, se o saldo zerar antes do fim do prazo, o excedente fica com a gravadora. Depois da exploração, essa parte volta para o Febre90s. Royalties do Febre90s são pagos direto aos artistas e não passam pelo caixa. O caixa recebe os adiantamentos e o rendimento (não há juros quando o caixa fica negativo), e paga o fee da 11MM, os investimentos nos álbuns e as retiradas. Cada álbum começa no boom (faixas × pico por faixa) e segue a curva escolhida.